No Jornal Zero Hora, Andrea Ramal faz análise sobre as mudanças do Enem 2017.

//No Jornal Zero Hora, Andrea Ramal faz análise sobre as mudanças do Enem 2017.

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

 

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciaram nesta quinta-feira as mudanças no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A determinação é resultado de uma consulta pública, aplicada entre 18 de janeiro e 17 de fevereiro deste ano.

As mudanças estão relacionadas aos dias de prova, ao uso do resultado do Enem para adquirir o certificado do Ensino Médio, à personalização dos cadernos de prova, ao requerimento de atendimento especializado, às isenções de taxas e à divulgação das notas das escolas.

A mudança nos dias das provas é vista de maneira positiva pelos profissionais de educação. Eles acreditam que os alunos sofrerão um desgaste menor com o intervalo de uma semana entre os dois dias de prova e poderão se preparar com mais calma. Para Andrea Ramal, doutora em Educação pela PUC-Rio, o resultado da prova será mais fidedigno e vai corresponder melhor ao que ser quer avaliar. Diretor do Sistema Ari de Sá de Ensino (SAS), Ademar Celedônio também vê a mudança com bons olhos.

– O formato anterior era uma verdadeira maratona. Agora, os alunos terão uma semana de intervalo para se dedicar à preparação para cada prova, o que resulta também em mais disposição física – avalia o professor, apostando que o segundo dia de exame passará a ser o mais difícil, com a prova de Matemática e Ciências da Natureza juntas.

Como as mudanças atendem a demandas de uma consulta, Priscila Cruz, presidente executiva do movimento Todos Pela Educação (TPE), não acredita em maiores críticas às alterações.

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2017-12-27T11:58:03+00:00