COMO SERÁ A VOLTA ÀS AULAS NAS ESCOLAS DO RIO APÓS TEMPORADA ON-LINE

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© Léo Lemos/Veja Rio Escola Parque: salas reorganizadas para até quinze alunos

 

Fonte: Veja Rio  Autora: Carolina Barbosa

Entre todos os alicerces que a pandemia causada pelo novo coronavírus trepidou, a educação foi um dos que mais sentiram o baque. Especialistas dizem que o sacolejo pode ser bom, por significar fincar os pés em um ensino mais afeito ao século XXI, mas, por ora, aflições e muitas perguntas rondam alunos, pais e professores, enquanto as escolas se organizam para abrir os portões adaptadas à nova realidade – a princípio em agosto.

Uma coisa é certa: o sistema no retorno às aulas será híbrido, ou seja, uma parte na escola, a outra em casa, pelo menos até o fim de 2020. Dito assim, pode soar simples, mas é tudo o que isso não é, pois exigirá que todos se amoldem, mais uma vez, a uma rotina bem diferente.

A quarentena serviu de teste (repentino e compulsório) para a implantação das aulas virtuais, um percurso cheio de obstáculos, em que os envolvidos precisaram aprender – e ainda estão aprendendo – às pressas, por força das circunstâncias. A partir de agora, o esforço será para suavizar as lacunas que se acumularam neste longo período de reclusão.

À primeira vista, o ingresso no ensino on-line assustou – e não poderia ser diferente, visto que aconteceu de forma abrupta e nada planejada -, mas ele abre uma extraordinária oportunidade para o velho modelo de escola ceder espaço a outro mais afinado com as demandas atuais. “Fazia tempos que discutíamos a necessidade de aliar a tecnologia aos estudos, o que era sempre adiado. A crise foi um choque de realidade e, acredito, um divisor de águas”, afirma Andrea Ramal, doutora em educação pela PUC-Rio e autora do livro Educação no Brasil — Um Panorama do Ensino na Atualidade.

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2020-07-17T11:21:58+00:00